Ideação

Mapa de empatia

Construir uma visão compartilhada sobre um tipo de usuário ou cliente, tornando explícitas suas percepções, necessidades e frustrações.

45 a 60 min 3 a 10 pessoas Nível iniciante

O que é

O mapa de empatia é uma ferramenta visual para se colocar no lugar de outra pessoa. O quadro reúne o que o usuário pensa e sente, o que vê, o que ouve, o que fala e faz, além de suas dores e ganhos.

A ferramenta ganhou popularidade no design de serviços e no desenvolvimento de produtos porque transforma impressões soltas em um retrato organizado. Quando o time preenche o mapa junto, suposições diferentes aparecem e podem ser discutidas.

O ideal é alimentar o mapa com dados reais, como entrevistas, atendimentos e pesquisas. Quando isso não é possível, ele ajuda a mostrar o que o time ainda precisa descobrir.

Quando usar

  • No início de um projeto de produto, serviço ou campanha.
  • Depois de entrevistas com usuários, para sintetizar o que foi ouvido.
  • Para alinhar áreas diferentes sobre quem é o cliente.

Passo a passo

  1. Escolha a personaDefina de quem é o mapa e escreva no título do quadro, por exemplo: "Gestora de loja pequena".
  2. Prepare o quadroUse as colunas Pensa e sente, Vê, Ouve, Fala e faz, Dores e Ganhos. O modo privado ajuda a colher percepções independentes.
  3. Convide o timeCompartilhe o QR Code ou o código de 6 dígitos para que todos entrem sem criar conta.
  4. Preencha individualmenteLigue o cronômetro com 10 minutos para que cada pessoa escreva cartões em todas as colunas, com base no que sabe do usuário.
  5. Revele e discutaClique em Revelar e percorra as colunas. Agrupe cartões semelhantes arrastando um sobre o outro e marque hipóteses que precisam de validação.
  6. Priorize doresUse a votação por pontos com 3 votos por pessoa nas Dores e Ganhos, ordene por votos e registre as oportunidades mais relevantes.

Dicas de facilitação

  • Diferencie fatos observados de suposições; você pode indicar suposições com um ponto de interrogação no cartão.
  • Tenha trechos de entrevistas à mão para ancorar a conversa em evidências.
  • Use as dores mais votadas como ponto de partida para perguntas "Como poderíamos...?".

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